"It’s hard to explain the urgency of the HIV/AIDS problem to people in other parts of the world. They don’t see dramatic images in the media of people dying en masse, like in wars or natural disasters.

People with AIDS die slowly, they die unnecessarily, and they often die without any public outcry.

I want people to see that HIV/AIDS isn't over yet."

Gilles Van Cutsem. MSF doctor, South Africa

Why Care?

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The Situation Today

Hoje, 9,6 milhões de pessoas com HIV/Aids estão seguindo um tratamento que salva suas vidas, os medicamentos antirretrovirais custam uma fração do que costumavam custar, existem muito mais centros de teste e tratamento e novos modelos de cuidados estão aproximando o tratamento dos pacientes. Nos locais onde as pessoas conseguem acessar esses serviços, o número de novas infecções está sendo reduzido a cada ano. Essas conquistas positivas transformaram o que antes era uma sentença de morte em uma doença crônica administrável – para quem consegue tratamento.

Entretanto, não podemos esquecer que a epidemia continua a atingir 1,6 milhão de vidas por ano. Hoje, de acordo com as novas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 18 milhões de pessoas ainda precisam começar o tratamento. Em muitos países do sul da África, a Aids continua sendo a causa de morte número 1 entre adultos, fazendo com que muitas crianças cresçam órfãs. A Aids continua a destruir vidas e comunidades de maneira chocante.

Nos últimos anos, ouvimos muito falar que o fim da epidemia de Aids estava próximo. Mas, para isso, o progresso não pode ser limitado ou impedido pela implementação muito lenta de estratégias eficientes para combater o HIV. Existem também sinais preocupantes de estagnação do compromisso de líderes internacionais para lutar contra a Aids. Importantes instituições doadoras enfrentam um completo declínio de recursos, o que impede que o tratamento seja oferecido a mais pessoas.

Em alguns países afetados pela epidemia de HIV, a situação ainda é crítica. Se isso não for reconhecido, os planos de tornar o tratamento acessível a mais pessoas serão colocados em risco, assim como a introdução de medidas que comprovadamente impedem a disseminação da doença de forma efetiva.

Convidamos você a abrir seus olhos para o que vemos diariamente em países onde trabalhamos, como República Democrática do Congo, Lesoto, África do Sul e Mianmar.

35,000,000

estimated number of people across the world living with HIV/AIDS

18,000,000

people in need of treatment are not receiving it

30,000,000+

people have died from AIDS-related causes since the start of the epidemic

Today, 9.6 million people with HIV/AIDS are on lifesaving treatment, antiretroviral drugs cost a fraction of what they used to, many more testing and treatment centres exist, and new models of care are bringing treatment closer to patients. Where people
are able to access these services, the number of new infections is declining each year.

These positive achievements have turned what used to be a death sentence into a manageable chronic disease – for those on treatment. Yet we cannot forget that the epidemic continues to claim 1.6 million lives each year. Today, according to new guidelines by WHO, more than 18 million people still need to be put on treatment. In many countries in southern Africa, HIV/AIDS remains the number one killer of adults, leaving many children to grow up as orphans. HIV/AIDS continues to destroy lives and communities in a shocking way.

Over the last few years, we hear increasingly that the end of the AIDS epidemic is within reach. But in order to achieve this, further progress cannot be limited or blocked by too slow implementation of effective strategies to fight HIV. There are also worrying signs that the commitment of world leaders to fight HIV/AIDS is stagnating. Important donor institutions face stark funding shortfalls, which prevent the ambition to put more people on treatment.

In some countries affected by the HIV-epidemic, the situation is still critical. A failure to recognise this will put at risk the plans to make treatment available to more people, and will hinder the introduction of measures which have been proven to effectively prevent the spread of disease.

We invite you to open your eyes to what we see on a daily basis in countries we work in, such as Democratic Republic of Congo, Lesotho, South Africa and Myanmar.

With support from the Swedish Postcode Lottery